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Inspirar

Apresentação da TV DeClara + Concurso Cultural com 4 prêmios incríveis!

Apresentação da TV DeClara!

Você está diante de um post bem especial para mim. Não que outros não sejam, mas esse é um especial diferente: é o post de apresentação da TV DeClara, o meu canal no YouTube. O vídeo de hoje é o terceiro do canal, depois de dois de um projeto que fiz com várias convidadas incríveis, para debater autoestima, beleza, empoderamento feminino e o valor do elogio. Rolou rodinha de conversa, momentos de desabafo, lágrimas e muitos abraços. Vou deixar aqui embaixo pra quem não viu conferir, por via das dúvidas. Clique para ler mais

declara Filmes felizes e diferentes do Netflix.
Explorar

6 filmes felizes e diferentes do Netflix para alegrar a vida

Como vocês até já sabem, vivo em busca de filmes felizes que sejam realmente bons para alegrar aquelas noites preguiçosas dos fins de semana. O último post com 5 filmes felizes do Netflix para acabar com a bad fez sucesso, então decidi trazer mais 6 sugestões, só que agora com filmes felizes e diferentes do Netflix para alegrar a vida.

Além disso, “5 filmes da Netflix” é o tema da quarta blogagem coletiva do Blogueiras – Inspiração & Interação, meu grupo amorzinho para blogueirinhas. E, sim, a ideia era mesmo seguir o número 5 à risca, mas aí quando vi já queria indicar 6 e era tarde demais.

Antes que venham me dar puxões de orelha: eu sei que a responsável pelas redes sociais do Netflix já afirmou algumas vezes que “a Netflix é menina”, mas não consigo engolir porque tava todo mundo falando “o Netflix” muito tempo antes disso. Como publicitária formada e agora cursando a pós-graduação, consigo ver mais uma estratégia de storytelling do que qualquer outra coisa. Pra mim, não colou. Amo o Netflix, mas é um site e um serviço de streaming. As pessoas pesquisam no masculino pelo Google e eu entendo como um substantivo masculino. Cada uma com seus encrenquinhas, né? Clique para ler mais

comer pizza em são paulo 1 blog declara
Comer

5 lugares para se comer pizza em São Paulo

Comer pizza em São Paulo é quase um programa turístico. Isso porque a comunidade italiana na capital é fortíssima (70% dos imigrantes italianos tiveram SP como destino), resultando em algumas das melhores pizzarias do país. Quem me conhece, sabe bem: sou mais uma boa comida nordestina, um sorvete caprichado ou um rodízio de comida japonesa. Mas, mesmo não sendo uma entusiasta das pizzas, sou apaixonada pela culinária italiana em geral e sei que pizza é um dos pratos essenciais para quem está vindo conhecer SP. Por isso, se você estava se perguntando onde comer pizza em São Paulo, seus problemas acabaram!

Onde comer pizza em São Paulo? 5 dicas para todos os gostos!

Primo Basílico

Um restaurante com gostinho de passado: a decoração rústica e o charme retrô encantam logo na chegada.

Você gosta de massa grossa? As pizzas da casa são originalmente feitas com uma massa parecida com o pão ciabatta, mas dá para trocar por uma versão mais fina, se você preferir. Os sabores queridinhos da casa são o Brigitte, uma combinação de queijo brie, mussarela, aspargos e mel, e o Obelix, com linguiça de javali. O preço médio por pizza é R$90.

Pizza de cogumelos: a alegria dos vegetarianos. 

Endereço: Avenida Gabriel Monteiro da Silva, 1864, Jardim América.

Pizzaria Bruno

Fundada em 1939 por Bruno Bertucci e João Machado de Siqueira, a Pizzaria Bruno é um dos lugares mais tradicionais para se comer pizza em São Paulo. A casa possui três ambientes: o salão térreo com capacidade para 150 pessoas, o segundo andar com capacidade para 50 e a área externa, onde ficam as mesinhas na calçada, para quem gosta de ver o movimento da rua. (Eu, entusiasta do ar-condicionado como sou, sempre prefiro ficar do lado de dentro nos lugares, risos.)

Um diferencial da Pizzaria Bruno é que a massa é assada e frita, o que pode assustar um pouco a galera mais fit. Mas é aquilo, né, gente, tá na chuva é pra se molhar! Vale a pena sair da dieta para provar a espetacular pizza de camarão com catupiry, a mais famosa da casa. Preço médio: R$60.

Ô galerinha da Pizzaria Bruno, me contratem para tirar umas fotos pro instagram de vocês, sim? Essas não fazem jus! 

Endereço: Largo Da Matriz De Nossa Senhora Do Ó, 87, Freguesia Do Ó. Clique para ler mais

O mix de estampas é uma ótima expressão de identidade individual.
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Todo mundo pode usar #2: Mix de estampas!

Como vocês já sabem, para mim, moda é expressão. Por isso, eu acredito de coração que todo mundo pode usar o que quiser. Com exceção de alguns contextos onde a etiqueta – e a noção – restringem certos tipos de roupas, como funerais e eventos formais, o limite do seu vestuário deve ser apenas o seu próprio conforto e aquela sensação gostosa de se olhar no espelho e se sentir bonita. Depois de muitos e-mails de meninas que se sentiam proibidas de usar isso e aquilo por causa dos seus corpos, comecei essa série de moda inclusiva no blog falando sobre os croppeds. Agora, chegou a vez do polêmico mix de estampas.

Convenhamos, o retorno à estética dos anos 90 que temos vivido, principalmente nos últimos 3 anos, trouxe também uma onda de basicidade inesgotável. Menos é mais, eles disseram, com direito ao reinado absoluto dos long bobs entre pedidos no salão e a tendência dos cinzas mesclados, brancos e pretinhos básicos. O fato é que, de maneira geral, essa moda não me contempla. Não sou básica, nunca fui básica e gosto mesmo é de cores, glitter e mix de estampas. No entanto, a moda de cartilha, que pouco sabe de teoria e muito sabe de opressão, costuma me indicar estampas bem específicas: para disfarçar o quadril, eufemizar as pernas, aumentar o busto, destacar a cintura fina. São tantas mini-regrinhas, que eu faço questão de não ouvir nenhuma. Risos. Clique para ler mais

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Eu não sei falar de amor

Nunca soube falar de amor

Quem me conhece, sabe bem: não me faltam palavras. Posso manter uma conversa sem qualquer adrenalina mental sobre cabelos, política, viagens, família, sonhos, religião, culinária. Consigo discorrer longamente sobre filmes, livros, programas de TV, músicas, artigos acadêmicos e memes moderninhos. Analisar a fundo as notícias falsas que se espalham nas redes sociais e formar opiniões profundas sobre quase qualquer assunto que seja jogado na mesa. Mas eu não sei falar de amor.

Confesso. Aspirante a escritora que sou, já tentei por diversas vezes dispor palavras e frases e pontos continuando em rascunhos romantizados. Já me peguei anotando frases soltas em guardanapos de papel e decorando pequenos fragmentos textuais que se formaram durante o banho. Porém, falar de amor, amor mesmo, como é, nunca consegui.

Hoje, quando olho para trás, me pergunto se essa grande dificuldade não vinha da minha ignorância frente ao sentimento mais famoso de todos. A gente se engana, não é mesmo? A gente se engana ao cair de amores por histórias de cinema, músicas românticas e contos felizes por aí. A gente se engana que o que quer sentir é, de fato, o que a gente sente.

E aí eu conheci você. Clique para ler mais