Reflexões sobre cancelamento

1. Quão produtivo é abordar questões importantes, como feminismo, veganismo, sororidade, consciência de classe, somente dentro de um grupo que já concorda com elas?

2. É melhor cancelar pessoas por erros, mesmo as que já acertaram e se posicionaram corretamente antes?

3. Nos aproxima das mudanças que queremos ver no mundo? Ou permite que falemos entre os nossos, enquanto fazemos piada com um palhaço... Que, hoje, é presidente?

4. O que é "passar pano"? Tem a ver com abrir espaço para debate, perdão e pensinamento? Se sim, qual a solução a longo prazo para que mais pessoas compactuem com certas pautas?

5. Por que tantas mulheres são as primeiras a entrar no ringue para cancelar uma mulher? Notem que a palavra não é "criticar".

6. Qual o limite entre responsabilização e bullying (justiceirismo)?

7. Quais impactos a cultura do cancelamento terá, a curto, médio e longo prazo, nas crianças, adolescentes e mulheres adultas que forem alvo dela - ou apenas a presenciarem?

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