Browsing Tag

música

Favoritos DeClara 2021: Melhores do ano
Comprar, Explorar, Inspirar, Sentir, Usar

FAVORITOS DeClara: Melhores de 2021!

Os melhores de 2021: livro, séries, make, música, educação e mais


Olá, Bruxas! 2022 enfim chegou, e pra começar melhor esse novo ano, hoje trago os FAVORITOS DECLARA 2021 🏆

As categorias foram escolhidas pelo público, então continue lendo para conferir as melhores indicações de:

– Livro;
– Séries & Filmes;
– Músicas;
– Beleza;
– Educação;
– Compra;
– Momentos!


Começo com a categoria mais pedida, que foi Livro favorito do ano. E se você me acompanha no Olá Bruxas, que é o meu podcast, ou no Nada Fútil, que é o meu outro podcast com Carol, você já me ouviu falando desse livro porque eu fiquei um pouco obcecada…

LIVRO DO ANO
Livro favoritos 2021: Calibã e a Bruxa - Silvia Federici
Calibã e a Bruxa – Silvia Federici


Já falei aqui no blog sobre o mito da bruxa. Nesse livro, Silvia faz uma relação entre a caça às bruxas na idade média, o patriarcado, o capitalismo e um contexto que parece atual até demais. Trata de desigualdade, machismo, exploração do corpo feminino… um livro que eu acho que toda feminista deveria ler!

Clique para ler mais
Inspirar

Mulheres são só corpos?

As impostoras que (não) somos, o sucesso feminino e… Mulheres são só corpos?

O sucesso feminino, nossos corpos e os absurdos que ouvimos sobre Marília Mendonça nesse mês de novembro. 🤯

“Há 3 semanas, que estava com as 3 no palco, magrinhas…”

“Nunca foi uma excelente cantora. Seu visual também não era dos mais atraentes. Marília Mendonça era gordinha e brigava com a balança. Vinha fazendo um regime radical (…). Ela se tornava também bela.”

“Ela fez tanto para chegar nesse shape lindo físico, né? Que ela emagreceu, fez tudo… pra criar um caminho que fizesse sentido com esse vozerão.”


Marília revolucionou o sertanejo e abriu portas para muitas outras. Era uma compositora e cantora de sucesso. Querida por milhões. Ela também era mãe, filha, amiga, sobrinha.

Marília era uma mulher. Os comentários que vimos sobre ela escancaram opressões tão naturalizadas nas pessoas que elas reproduzem até em situações absurdas como em “homenagens” póstumas.

Mulheres são só corpos. 

Independente de quão bem sucedidas forem, nunca “serão tudo isso”. 

O mesmo cara que diz que Marília “não conheceu o fracasso” diz que “nunca foi uma excelente cantora” e a compara a Roberto Carlos. Ana fala que o emagrecimento “criou um caminho que fizesse sentido com o vozerão”

Qual a importância de uma dieta diante de tudo que Marília fez? Essa crueldade não é acidental e nem exceção. Ensina que mulheres nunca serão bem sucedidas ou boas o bastante. Que, para o nosso sucesso “fazer sentido”, para ser “merecido”, sempre falta algo. 

Falta emagrecer. Falta ser mais experiente. Falta ser mais jovem. Falta casar. Falta ser mãe. Falta… não ser mulher.

E também nos ensina que nunca deixaremos de ser julgadas, nem após a morte. 

O sucesso feminino nunca se basta.

É “sorte” ou precisa da comparação.

Está sempre à prova e os juízes, muitas vezes, são homens brancos medíocres. Uma mulher, por mais *extraordinária*, terá seu sucesso diminuído e relativizado. Inclusive, por parâmetros que nada têm a ver com suas habilidades, mas com a aparência ou a caixinha da “bela, recatada e do lar”. 


Quem aqui se sente impostora? Alguém que não merece as próprias conquistas e julga os próprios erros com punho de ferro? Será que nós *inventamos* essas inseguranças? 🤷🏽‍♀️ Me conte sua opinião nos comentários!

Compartilhe esse post e ajude mulheres a refletir e se libertar dos padrões impostos.

Ah! Acompanhe também @clarafagundes para mais análises pop e conteúdos sobre empoderamento feminino. ✨

6 coisas para aprender com All Too Well
Inspirar

6 coisas para aprender com All Too Well

All Too Well, uma análise pop de 6 coisas para aprender e levar pra vida.


Taylor Swift relançou “All Too Well”,  uma música que estava em seu álbum Red (2012). 
A versão (com 10 minutos!) ganhou também um curta-metragem belíssimo dirigido pela cantora. Está disponível no Youtube:

“All Too Well” conta a breve história de amor entre Taylor e o ator Jake Gyllenhaal, que aconteceu quando ela tinha 20 e ele, 29 anos. Um padrão curioso: Jake hoje tem 40 anos e sempre se relaciona com mulheres bem mais jovens. Inclusive, sua namorada atual tem 25

Pensando nessa e em outras situações comumente vivenciadas por mulheres que são retratadas pela cantora, trouxe 6 coisas para aprender com All Too Well!

O curta é estrelado por Dylan O’Brien (Teen Wolf) e Sadie Sink (Stranger Things). Vou adotar os nomes Sadie e Dylan para falar dos personagens.

1. As hierarquias nas relações

Todas as relações têm hierarquias. 

Em relacionamentos amorosos isso não seria diferente. As opressões que operam na sociedade se refletem na forma como nos relacionamos.  

No clipe, vemos um desequilíbrio nessa hierarquia, que ultrapassa o fato de homens terem mais poder social que mulheres. Afinal, embora “Dylan” tenha um chaveiro que diga “F*da-se o patriarcado”… ele se beneficia bastante dele. 

Muito mais velho, ela o idolatra e ele consegue com facilidade diminuir o que ela sente e incitar nela inseguranças que não estavam ali antes, mas sem deixar de parecer um cara legal.

Que mulher nunca passou por isso?

2. Sentimentos não são ridículos

A cena da briga na cozinha. “Dylan” a convida para conhecer seus amigos, mas não a inclui na conversa e ainda a afasta quando “Sadie”, sentindo-se deslocada (até por ser muito mais nova), segura a mão dele em busca de conforto. 

Depois do jantar, já a sós, ele pergunta por que ela está chateada e insiste. Mas, quando ela diz, reage como se o que ela sente fosse ridículo. Ela ainda diz: “você está fazendo eu me sentir estúpida!” e isso é muito simbólico. 

Você não é estúpida por sentir. Nem ridícula. E não deveria ficar calada para não “estragar o clima do outro”. Ainda mais se foram as ações do outro que te causaram esse desconforto.   

3. Não é pedir demais

“Nós éramos de verdade?”
“Talvez, eu tenha pedido demais”. 
“Você me guardou como um segredo.”

Não é pedir demais querer ser amada, ouvida e entender os sentimentos do outro.

Sabe o cara que “prefere não definir nada” ou acha “mais gostoso escondido” ou se irrita com qualquer conversas sobre sentimentos por ser uma “DR chata”, coisa de “gente carente”?

O problema não é você, é ele. 

4. Não vale a pena mudar para caber na vida do outro

No curta, sempre que está no universo de “Dylan”, “Sadie” aparece com roupas formais e cabelos lisos.

Quando está confortável, o cabelo natural aparece e as roupas mais leves e confortáveis também. Ela está sempre se esforçando para não se sentir deslocada, uma menina imatura, ao lado dele.

Se você precisa mudar para caber na vida do outro… Talvez, ele não deva caber na sua vida. 

5. Crueldade ≠ sinceridade

“E você me liga de novo, só para me quebrar como uma promessa. Tão casualmente cruel, com a desculpa da sinceridade”. 

O verso é curtinho, mas deixa um aprendizado importante e que as pessoas simplesmente esquecem – na vida offline e na internet. 

Crueldade e sinceridade não são sinônimos. Nem toda “verdade” vale o risco de machucar a outra pessoa. 

Nem toda “verdade” precisa ser dita. 
É possível “controlar” sua “sinceridade” se ela for cruel, viu?   

6. Homens que só se interessam por mulheres mais novas…

Têm tesão no poder que conseguem exercer sobre elas. 

Esses caras teriam que se comportar de forma bem diferente com mulheres da sua idade. E, certamente, seriam menos “adorados” por elas.  

Além disso, há um padrão. 

“Dylan” deseja “Sadie” por ser mais nova (não é um coincidência ele só se interessar por jovenzinhas), mas também condena a sua “imaturidade”, principalmente quando é conveniente para ele. 

Reflita e repasse

Para aprender com All Too Well!

1. Sentimentos não são ridículos. Provavelmente, se alguém te faz sentir assim, ele está te manipulando.  

2. Todas as relações têm hierarquias. E homens que só se interessam por mulheres mais novas têm tesão no poder que exercem sobre elas. 

3. Crueldade e sinceridade não são sinônimos. Nem toda “verdade” vale o risco de machucar outra pessoa.   

4. Se você precisa mudar para caber na vida do outro… Talvez, ele não deva caber na sua vida. 


E aí, quantas dessas coisas você já aprendeu? O que achou do curta e da nova versão da música? Me conte nos comentários!

Compartilhe o post e mande para uma amiga que ama as músicas de Taylor 💖

Ah! Acompanhe também @clarafagundes para mais conteúdos sobre música, cinema e empoderamento feminino. ✨

favoritos de 2017 blog declara meus produtos favoritos melhores filmes de 2017 melhores séries de 2017 melhores músicas de 2017
Comprar, Explorar, Inspirar, Usar

Favoritos de 2017: filmes, séries, música, beleza, moda e mais!

Meus favoritos de 2017 em 14 categorias

Estou atrasada? Sim, estou atrasada. Mas prometo de coração que não foi culpa minha. Fiz a minha seleção de favoritos de 2017 no início de dezembro e gravei um vídeo sobre ela. Me empolguei tanto nele que, mesmo cortado e editado, ficou com 40 minutos. E foi por isso que o vídeo, que deveria sair no dia 28 de dezembro de 2017, acabou saindo ontem. Tudo bem. Embora estejamos em um novo ano, os favoritos de 2017 continuam sendo os meus favoritos de 2018, porque, afinal, 2018 ainda não mostrou as caras o suficiente para mudar a minha cabeça em coisa alguma.

As categorias escolhidas foram:

    • Séries
    • Beleza
    • Filmes
    • Momentos
    • Maquiagens
    • Livros
    • Roupas
    • Sapatos
    • Músicas
    • Fotos
    • Posts do blog
    • Vídeos
    • Canais do Youtube
    • Frase

Clique para ler mais

a música pop de cada signo blog declara astrologia clara fagundes
Explorar

A música pop de cada signo! (De Beyoncé a Elle King)

A música pop de cada signo: descubra já a sua!

Quem não tem aquela música que te faz dançar alucinadamente e gritar “essa é minha música!” na balada? Aliás, vou além: nem precisa ser na balada. Pode ser naquela dancinha teatral trancada no quarto ou mesmo num barzinho um pouco mais animado. Todo mundo tem a sua música e, se você gostar de astrologia, vai querer saber qual seria a música pop do seu signo também. Assim, quem sabe você não ganha uma música a mais pra te fazer dar um duplo twist carpado no meio da pista? O principal critério que usei para escolhera música pop de cada signofoi a letra, mas não precisa entender inglês para entender o clima da música pelo clipe, né? De qualquer maneira, vale lembrar que sites como oVagalume e oLetras estão aí pra facilitar a vida.

Clique para ler mais

O MITO DO POBRE FELIZ EM SER POBRE5 coisas para ler e verExplicando: cultura do estuproEXPRESSÕES DA RIVALIDADE FEMININAO MITO DA BRUXA E O FEMINISMO