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Mulheres inspiradoras que fizeram e fazem a diferença

O conteúdo de hoje da série “Mulheres & Dinheiro” é uma exaltação a mulheres brasileiras transformadoras e inspiradoras.

Sônia Guajajara

Uma das maiores ativistas indígenas do país. Luta pelo meio ambiente e pelos povos originários. Tem voz no Conselho de Direitos Humanos da ONU e há 10 anos leva denúncias às Conferências Mundiais do Clima (COP).

Foi a primeira indígena a compor uma chapa presidencial e tem um histórico cheio de prêmios pelas suas ações.

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“A ancestralidade sempre ensinou que o sentido da vida é o coletivo.”

Aracy Guimarães Rosa

Conhecida como “Anjo de Hamburgo”, chefiou a Seção de Passaportes do consulado brasileiro na Alemanha durante a 2ª Guerra Mundial e burlou as regras do governo emitindo vistos para judeus se abrigarem no Brasil.

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Ao ser questionada sobre seus motivos, respondeu: “porque era justo.”


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Mina Inspira: Bee Reis, da For All Types (F.A.T.)

Bee Reis ☀️ For All Types (F.A.T.)

Em fevereiro, lancei a sérieMina Inspira, com um post sobre a arte linda de Camila Averbeck. Para o segundo post da série, convidei Bee Reis, da For All Types, para ser aMina Inspira(dora) de março, o mês da mulher, que já está terminando. Bee é uma ativista feminista e contra a gordofobia, dona da For All Types (F.A.T.), uma marca infinitamente massa de lingerie e moda praia para mulheres que usam acima do 46. Para a próxima coleção ela já prometeu surpresas e roupas para o dia a dia. Não, o fato de eu não fazer parte do público alvo de Bee não atrapalha em nada a minha admiração por ela e pela marca: ela é uma pessoa incrível e as peças são muito lindas e em tamanhos que a gente nunca vê nos lugares. Foi por isso que a entrevista girou em torno das ideias que ela defende, das suas experiências como mulher gorda que consome e produz moda e dos desafios de abrir a própria marca.

Espero que cês gostem! Me contem o que acharam nos comentários ☀️

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Bee, a For All Types é incrível. Onde você costuma encontrar as suas inspirações?

Então, o que vem na minha cabeça de primeira é: “que peças super legais não existem para gordas?”, normalmente coisas que eu mesma estou com vontade de usar e não acho por aí. Então é isso, o mercado é tão carente que ainda nem faço um super trabalho de design – apenas na parte do desenvolvimento do produto para melhor conforto, mas no visual ainda está nisso. Isso vai mudar com as roupas.

E quando surgiu a ideia de criar a For All Types?

Em meados de setembro de 2014 surgiu a ideia do nome e de criar a marca, mas só começou a tomar corpo mesmo quando eu vi que o mercado não estava atendendo as meninas direito. Tem toda uma ilusão em cima desse negócio de “plus size” (mercado que não me representa de forma alguma), de que está realmente trazendo algo quando na verdade o que ele traz é mais segregação – a ideia de que você pode sim ser gorda, desde que tenha o corpo dentro de certas “normais aceitáveis”, e mais do que isso você é excluída completamente. É degradante. Então considero a For All Types longe disso.

Você se sente representada em mais alguma área da moda além da sua marca?

Não muitas, acho que conto nos dedos de uma mão. Mas é pra isso que eu trabalho, né, e sei que outras pessoas também trabalham pra isso, então ISSO VAI MUDAR UM DIA, sei que vai!

E como você vê o futuro da representatividade da mulher gorda? (Você acredita que o padrão modelo plus-size atual vai mudar?) Clique para ler mais

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