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Especial Mulheres

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Mulheres inspiradoras que fizeram e fazem a diferença

O conteúdo de hoje da série “Mulheres & Dinheiro” é uma exaltação a mulheres brasileiras transformadoras e inspiradoras.

Sônia Guajajara

Uma das maiores ativistas indígenas do país. Luta pelo meio ambiente e pelos povos originários. Tem voz no Conselho de Direitos Humanos da ONU e há 10 anos leva denúncias às Conferências Mundiais do Clima (COP).

Foi a primeira indígena a compor uma chapa presidencial e tem um histórico cheio de prêmios pelas suas ações.

Inspire-se
“A ancestralidade sempre ensinou que o sentido da vida é o coletivo.”

Aracy Guimarães Rosa

Conhecida como “Anjo de Hamburgo”, chefiou a Seção de Passaportes do consulado brasileiro na Alemanha durante a 2ª Guerra Mundial e burlou as regras do governo emitindo vistos para judeus se abrigarem no Brasil.

Inspire-se
Ao ser questionada sobre seus motivos, respondeu: “porque era justo.”


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Comprar, Inspirar

Ideias para normalizar: especial Mulheres & Dinheiro

Desconstruindo ideias sexistas sobre dinheiro, carreira, educação e planejamento financeiro

Durante o Especial Mulheres do mês de Março, trago também esse primeiro conteúdo do projeto “Mulheres & Dinheiro”.
Vamos juntas quebrar ideias sexistas e normalizar a ambição, a independência e o sucesso financeiro das mulheres?

Mulheres não sãoimpostoras.

Tudo bem cobrar o que é justo pelo seu trabalho.

Vocênãoprecisa se diferenciar por ser“a mais barata”ou“dizer sim sempre”.
Conhecimento, experiência, dedicação, qualidade podem ser seus diferenciais.

Mulheres podem priorizar a carreira ou a educação.

E isso não é egoísmo, uma fase ou um defeito.

Na verdade, investir tempo, dinheiro e esforço em seu sucesso profissional é um plano bem inteligente para o futuro.

Mulher ambiciosa não é:

– egoísta;
– ingrata;
– fútil;
– má.

Desde cedo, nos ensinam que a ambição feminina é ruim. Vilãs são ambiciosas. Mocinhas, não. E essa é só mais uma ideia sexista pensada para nos manter submissas, passivas, inseguras, aceitando e agradecendo qualquer coisa que nos ofereçam.

Mulher, seja ambiciosa mesmo.
Deseje muito.
Sonhe alto.
Corra atrás.

Dinheiro traz felicidade, sim.

Dinheiro pode até não comprar felicidade, mas compra acessos. Assim, com dinheiro, podemos comprar: educação, saúde, conforto, viagens, cultura, comida boa, lazer e até tempo. Essas coisas não trazem felicidade?

Então, por que mulheres são julgadas por desejar coisas que são bem vistas e até incentivadas aos homens?


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Inspirar, Sentir

8 coisas que toda mulher deveria saber

O que você gostaria que toda mulher soubesse? Descubra essa lista de 8 coisas que toda mulher deveria saber.

Nesse post, que é mais um #EspecialMulheres, trago 8 conhecimentos libertadores – coisas que toda mulher deveria saber. São eles:

Você não precisa de um homem.

Para:

– ser feliz;
– ser amada;
– ser “uma mulher de respeito”;
validar sua beleza ou valor…

Você nãoprecisade um homem para nada.

nãoaceite:

Migalhasde amor e afeto;
Trabalhar por umamixaria;
”Outros” sempre como prioridades;
Diminuir seussonhospor conta de inseguranças de outras pessoas;
Uma relaçãofalidasó pra não ficar só.

Você merece mais – e não é egoísmo ou arrogância não aceitar pouco.

Corpos femininos não são públicos.

Infelizmente, o patriarcado nos ensina o contrário: que os nossos corpos podem ser tocados, avaliados, criticados, dominados, explorados. Precisamos desconstruir essa mentira.

Você já parou para pensar se reforça essa cultura? Não resumir mulheres aos seus corpos ou criticar as escolhas individuais alheias é um começo.

Você não é obrigada a ser “boazinha”.

Sustentar oclimão, cortar a grosseria, não rir dapiadapreconceituosa, discordar da ignorância…
São reações legítimas e que já deveriam ter sido normalizadas.

Não ignore seus limites para agradar quem não tá nem aí para seragradávelcom você.

O trabalho doméstico realizado pelas mulheres tem ajudado homens a enriquecer há séculos.

Muitas vezes, o que chamam de “amor” é também trabalho feminino não remunerado.


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Explorar, Inspirar

6 livros escritos por mulheres para ler já

No mês da mulher, eis essa lista que indica seis livros incríveis escritos por mulheres, para ler o quanto antes!

Para quem sempre pede indicações de livros, aqui vão 6 que toda mulher deveria ler, parte da série de conteúdos #EspecialMulheres desse mês de março.

OUTROS JEITOS DE USAR A BOCA

Rupi Kaur



Esse livro de poemas é uma boa porta de entrada para o feminismo – difícil encontrar uma mulher que não se identifique e se incomode com suas palavras.

Um feminismo sensível, com alma, coração e experiências de ser mulher nesse mundo que nos vê como “outras”

É dividido em quatro partes: A dor, O amor, A ruptura & A cura.

Uma jornada de transformação.  


PERSÉPOLIS

Marjane Satrapi



Persépolis reconta a Revolução Islâmica por um ponto de vista que sempre foi silenciado na história: o de uma menina. 

Autobiográfico, o livro em quadrinhos é uma aula sobre repressão, liberdade, medo, misoginia, hipocrisia e família. 

É triste e bem-humorado, profundo e leve, vulnerável e ferino. Lindo


 CALIBÃ E A BRUXA

Silvia Federici



Por que a caça às bruxas aconteceu – e por que foi uma guerra às mulheres? O que o capitalismo tem a ver com o patriarcado?  

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Explorar, Inspirar

“Homens lá na guerra… e cadê as feministas?”

Alistamento obrigatório, guerra & desonestidade anti feminista

Você já viu alguém usar o alistamento obrigatório para “cobrar feministas”?

É bem possível que você esteja vendo por aí gente usando essas notícias da guerra europeia para “desmascarar” ou cobrar uma luta feminista por alistamento obrigatório. 

Mas você sabe por que essas “cobranças” e “provocações” antifeministas são desonestas… e burras?

Por que é desonesto “cobrar” feministas para lutarem por alistamento obrigatório ou exigir “direitos iguais” nisso?

1. Quais foram as pessoas que orquestraram a guerra? Quem são as pessoas que se beneficiarão dela? A resposta de sempre: homens, brancos, ricos, imperialistas, movidos por uma política patriarcal de violência e morte.

2. O movimento feminista não é sobre “mulheres serem iguais e com direitos/deveres iguais” aos homens. Essa definição é rasa e liberal. O feminismo é um movimento político de luta contra a opressão sexista e o patriarcado.  

3. No patriarcado, entende-se que o poder pode vir de submissão e violência. 

A lógica do “mais forte” oprime mulheres, crianças… e justifica guerras. “Não importa se essa terra (ou matéria prima, riqueza natural, etc.) não é minha. Se eu for o mais forte, mereço ser o dono.”

Parece familiar? É porque a violência patriarcal apoia a cultura do estupro, bater em crianças, feminicídio e até pedofilia. Todas essas opressões – às quais o feminismo sempre se opôs – ignoram ideias como consentimento, integridade e autonomia para quem é visto como “o outro” e/ou “vulnerável”

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