Retrospectiva feminista 2021
Explorar, Inspirar

Retrospectiva Feminista 2021

Uma retrospectiva feminista e otimista de 2021!

No post de hoje, trago uma retrospectiva das maiores conquistas das mulheres em 2021.

Para começar o novo ano de 2022 com muitos motivos para acreditar em futuros melhores e mais feministas!

Seis meses após legalização, nenhuma mulher morreu por abortar na Argentina

“Essa é definitivamente uma prova da efetividade da normativa e uma demonstração cabal de que sua implementação era necessária e urgente”, afirmou a ministra Elizabeth Alcorta, de Mulheres, Gêneros e Diversidade.
Antes da aprovação da nova lei, cerca de 38 mil mulheres foram hospitalizadas ao ano no país por conta do procedimento ilegal.
Vidas de mulheres importam!

Fonte: Yahoo! Notícias.

Olimpíadas de Tóquio 2021: Mulheres brasileiras conquistam melhor resultado da história

As atletas brasileiras brilharam em Tóquio 2021, fechando os Jogos com o melhor desempenho até agora em todas as Olimpíadas de que participaram. Elas subiram ao pódio em Tóquio 9 vezes. No Rio, em 2016, foram 5 vezes.
Quem vibrou muito nessa torcida?

Foonte: BBC News.

Mulheres negras são maioria nas universidades públicas brasileiras

A Unicamp e a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO) levantaram os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, onde 27% dos estudantes dessas universidades são mulheres negras.
Pesquisadores afirmam que o resultado positivo é fruto das políticas públicas de acesso ao ensino superior voltadas para minorias, como as cotas.

Fonte: UOL Cultura.

Xiomara Castro é 1ª mulher presidente de Honduras, e devolve esquerda ao poder

Xiomara propôs legalizar o aborto em determinadas circunstâncias, e estender programas sociais. Sua vitória encerra 12 anos de governo conservador e representa a volta da esquerda hondurenha ao poder pela primeira vez desde o golpe de Estado apoiado pela direita e pelos militares em 2009.
¡Por favor ven a Brasil!

Fonte: BBC News.

Primavera Indígena: Mulheres indígenas ocupam Brasília para reflorestar mentes

Na maior ocupação indígena da história, cerca de 4 mil mulheres, de 150 povos diferentes, e muitos cantos do país, marcharam juntas em Brasília em mobilização permanente. Elas lutam não só pela demarcação de terras e contra a agenda anti-indígena do atual governo, mas sobretudo pela preservação da natureza, pela vida e pela democracia. Avante!

Fontes: Cimi.org, Jornalistas Livres.

Cientista brasileira está em lista de mulheres mais influentes de 2021

Lista anual da BBC homenageia mulheres inspiradoras e influentes. Natalia Pasternak é microbiologista, pesquisadora e divulgadora científica. Ela foi incluída como destaque pelo seu trabalho crucial de combate à desinformação no país durante a pandemia de covid-19.
Necessária!

Fonte: TecMundo.

Primeira presidente mulher da OAB-SP: ‘Devemos sentar à mesa e discutir aborto’

Advogada, mestre, doutora e professora há quase 20 anos, Patricia Vanzolini, 49, que assumirá cargo em 2022, levanta a bandeira da inclusão, diversidade e direitos humanos. Renovação para a maior entidade de advogados do país, que era comandada pelo mesmo grupo há 30 anos. E ela avisa: “A mudança vai começar”!

Fonte: UOL Universa.

Aluna do Ceará descobre 46 asteroides em projeto com a Nasa

A descoberta ocorreu em novembro durante projeto Caça Asteroides da Nasa, desenvolvido de forma online e que tem parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Até conseguir detectar o primeiro asteroide, levou um tempo. Sem experiência, começou a observar outras cientistas cidadãs fazendo detecção.
“Quando uma mulher consegue realizar seu sonho e ser protagonista de algo, abre portas para outras mulheres.” disse Geovana Sousa, 21, estudante de física do Ceará.

Fonte: UOL Folha.



Qual desses momentos é seu favorito? Que momento ou notícia você incluiria em uma retrospectiva feminista de 2021? 🧙‍♀️

Compartilhe e relembre bons momentos! 2021 não foi fácil, mas fica aqui essa dose de esperança pra renovar as forças pra lutar em 2022. 🗣

Ah! Acompanhe @clarafagundes para mais conteúdos sobre feminismo.

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