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8 coisas que toda mulher deveria saber

O que você gostaria que toda mulher soubesse? Descubra essa lista de 8 coisas que toda mulher deveria saber.

Nesse post, que é mais um #EspecialMulheres, trago 8 conhecimentos libertadores – coisas que toda mulher deveria saber. São eles:

Você não precisa de um homem.

Para: 

– ser feliz
– ser amada
– ser “uma mulher de respeito”; 
validar sua beleza ou valor…

Você não precisa de um homem para nada.

não aceite:

Migalhas de amor e afeto;
Trabalhar por uma mixaria;
”Outros” sempre como prioridades;
Diminuir seus sonhos por conta de inseguranças de outras pessoas;
Uma relação falida só pra não ficar só.

Você merece mais – e não é egoísmo ou arrogância não aceitar pouco.

Corpos femininos não são públicos.

Infelizmente, o patriarcado nos ensina o contrário: que os nossos corpos podem ser tocados, avaliados, criticados, dominados, explorados. Precisamos desconstruir essa mentira.

Você já parou para pensar se reforça essa cultura? Não resumir mulheres aos seus corpos ou criticar as escolhas individuais alheias é um começo.

Você não é obrigada a ser “boazinha”.

Sustentar o climão, cortar a grosseria, não rir da piada preconceituosa, discordar da ignorância…
São reações legítimas e que já deveriam ter sido normalizadas.

Não ignore seus limites para agradar quem não tá nem aí para ser agradável com você.

O trabalho doméstico realizado pelas mulheres tem ajudado homens a enriquecer há séculos.

Muitas vezes, o que chamam de “amor” é também trabalho feminino não remunerado.

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6 livros escritos por mulheres para ler já

No mês da mulher, eis essa lista que indica seis livros incríveis escritos por mulheres, para ler o quanto antes!

Para quem sempre pede indicações de livros, aqui vão 6 que toda mulher deveria ler, parte da série de conteúdos #EspecialMulheres desse mês de março.

OUTROS JEITOS DE USAR A BOCA

Rupi Kaur



Esse livro de poemas é uma boa porta de entrada para o feminismo – difícil encontrar uma mulher que não se identifique e se incomode com suas palavras.

Um feminismo sensível, com alma, coração e experiências de ser mulher nesse mundo que nos vê como “outras”

É dividido em quatro partes: A dor, O amor, A ruptura & A cura.

Uma jornada de transformação.  


PERSÉPOLIS

Marjane Satrapi



Persépolis reconta a Revolução Islâmica por um ponto de vista que sempre foi silenciado na história: o de uma menina. 

Autobiográfico, o livro em quadrinhos é uma aula sobre repressão, liberdade, medo, misoginia, hipocrisia e família. 

É triste e bem-humorado, profundo e leve, vulnerável e ferino. Lindo


 CALIBÃ E A BRUXA

Silvia Federici



Por que a caça às bruxas aconteceu – e por que foi uma guerra às mulheres? O que o capitalismo tem a ver com o patriarcado?  

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“Homens lá na guerra… e cadê as feministas?”

Alistamento obrigatório, guerra & desonestidade anti feminista

Você já viu alguém usar o alistamento obrigatório para “cobrar feministas”?

É bem possível que você esteja vendo por aí gente usando essas notícias da guerra europeia para “desmascarar” ou cobrar uma luta feminista por alistamento obrigatório. 

Mas você sabe por que essas “cobranças” e “provocações” antifeministas são desonestas… e burras?

Por que é desonesto “cobrar” feministas para lutarem por alistamento obrigatório ou exigir “direitos iguais” nisso?

1. Quais foram as pessoas que orquestraram a guerra? Quem são as pessoas que se beneficiarão dela? A resposta de sempre: homens, brancos, ricos, imperialistas, movidos por uma política patriarcal de violência e morte.

2. O movimento feminista não é sobre “mulheres serem iguais e com direitos/deveres iguais” aos homens. Essa definição é rasa e liberal. O feminismo é um movimento político de luta contra a opressão sexista e o patriarcado.  

3. No patriarcado, entende-se que o poder pode vir de submissão e violência. 

A lógica do “mais forte” oprime mulheres, crianças… e justifica guerras. “Não importa se essa terra (ou matéria prima, riqueza natural, etc.) não é minha. Se eu for o mais forte, mereço ser o dono.”

Parece familiar? É porque a violência patriarcal apoia a cultura do estupro, bater em crianças, feminicídio e até pedofilia. Todas essas opressões – às quais o feminismo sempre se opôs – ignoram ideias como consentimento, integridade e autonomia para quem é visto como “o outro” e/ou “vulnerável”

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Elitismo cultural: explicando

Elitismo cultural é a ideia de que só umas produções artísticas e culturais são válidas, mas o que é “popular”, não. 

Assim, há uma minoria que compõe a “elite cultural” e define o que é cultura

“Você vê BBB? Que perda de tempo! Por quê não vai ler um livro?”
“Quem não gosta disso é porque não entende”
”É um filme para poucos.”
“Ah… desde quando isso é música?”
“Tem que ser muito burro para gostar de ver ou fazer isso”
“O povão não gosta de coisa boa, só dá valor a baixaria”
“Não é opinião, é que essa música É ruim.”
“Ah, você gosta desse tipo de filme? Então você não sabe o que é cinema de verdade.”

Elitismo cultural

Ah… o elitismo cultural. Pensei que a essa altura já teríamos superado isso. Infelizmente, não.

Você sabe o que é elitismo cultural? É a ideia de que só algumas produções artísticas e culturais são boas e válidas, enquanto a maioria não é. 

Na mesma lógica, o seleto grupo das pessoas que consomem essas alternativas aceitáveis, boas o suficiente para serem consideradas cultura, forma a elite cultural.

A elite cultural despreza tudo que é popular e brasileiro. Não assiste as bobagens que passam na TV aberta. Passa o fim de semana folheando livros de psicanálise e vendo documentários em sueco. Nunca assistiu a UM filme dublado sequer, nem mesmo uma animação. E o requisito fundamental: Acha que pode julgar o que é cultura de acordo com seus gostos.

O delírio da superioridade

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Elogios que não são elogios

Uma lista de “elogios” que não são elogios e que você já pode tirar do vocabulário.

“Beleza exótica”

Você sabe o que é exótico? É estranho, excêntrico, estrangeiro.

O elogio “beleza exótica” não por coincidência é mais usado para descrever mulheres pretas, indígenas, mestiças… Ou seja, que não se encaixam no ideal de beleza clássica, eurocêntrica, que é uma visão que nem deveria ter espaço no Brasil.

Não dá mais para reforçar a beleza branca como a clássica, a ideal, e todas as outras como exóticas, diferentes.

“…Pra idade”

“Bonita… pra idade.”

“Sexy… pra idade.”

“Está super bem… pra idade dela.”

Bastante etarista, esse elogio sugere que beleza de verdade mesmo, só na juventude. Depois disso, é como se a pessoa virasse “café com leite”.

Se você não consegue ver o problema no elogio “pra idade”, imagine se fosse “pra uma mulher”:

“É super inteligente… pra uma mulher.”
”É muito criativa… pra uma mulher.”
”Nossa, é tão boa motorista… pra uma mulher!”

Soa bem preconceituoso, né? Porque É.

“Diferente das outras”

Por que não dizer: “você é autêntica”, “criativa”, “interessante”?
Por que precisa ser esse elogio que compara outras mulheres?

Porque a ideia é sexista e incentiva a rivalidade feminina.

Aceitar essa frasezinha como elogio é entender que se você sair da linha e decepcionar a pessoa que está te elogiando, num passe de mágica você irá virar uma das outras – que não são tão dignas, tão inteligentes, não são tão profundas, criativas, diferentes, e daí em diante. Nem caia nessa.

“Magra”

Dos mesmos criadores de: gorda como ofensa, veio magra como elogio.

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EXPRESSÕES PARA ABANDONARMULHERES E DINHEIRO pt.2COISAS QUE TODO MUNDO DEVERIA SABER (Copia)O QUE É SORORIDADE?O MITO DA FUTILIDADE FEMININA