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brasileiras inspiradoras
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Brasileiras inspiradoras: uma lista necessária

Quais mulheres são referência na sua vida? Conheça brasileiras inspiradoras para admirar!

Marielle Franco
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Mulher, negra, mãe, socióloga e cria da favela da Maré. Foi eleita Vereadora no Rio de Janeiro e também foi Presidente da Comissão da Mulher da Câmara. Há 3 anos, em 14/03/2018, foi assassinada em um atentado. A sua luta, contudo, continua viva. Marielle, presente.

Inspire-se com Marielle:

“Quantos mais vão precisar morrer para que essa guerra aos pobres acabe?”

“A gente sabe que a gente está ativa, está militando, está resistindo o tempo todo.

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ativismo narcisista
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Ativismo narcisista: o ativismo limitado à própria vivência

O ativismo narcisista é o ativismo limitado à própria vivência.

Militantes de si mesmos, os ativistas narcisistas reduzem causas coletivas a experiências e dores individuais e, com frequência, invalidam ou reforçam as violências que não vivem.

Dialogar com o ativista narcisista é tarefa difícil, pois discordâncias se tornam acusações e ataques a toda uma causa.

É um ativismo egocêntrico, que usa o “eu” como principal argumento, comprovação e validação.

É uma das razões para movimentos sociais não se fortalecerem com a união.

Para vermos, com uma frequência notável: antirracistas sexistas, feministas xenofóbicas ou liberais, entre outros.

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mulheres tem que se dar ao respeito
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Por que só as mulheres têm que “se dar ao respeito”?

Numa sociedade patriarcal, o respeito é entendido como direito dos homens. Não apenas para possuir, como para decidir quais mulheres “merecem” ou não recebê-lo.

Assim, é natural que a definição de “mulher que se dá ao respeito” seja… subjetiva. Porém, após uma longa pesquisa, mapeei que costuma descrever mulheres que:

– Não sejam sexualmente ativas;

– Não usem roupas curtas ou muita maquiagem;

– Não bebam ou fumem;

– Não falem palavrão ou alto demais;

– Tenham sonho de casar, ter filhos e ser “donas de casa”;

Não desafiem o patriarcado, o machismo e homens por liderança e seu lugar ao sol.

Respeito X Subjetividade

Respeito não é um prêmio que nos espera ao final de um caminho árduo, traçado com muito trabalho, sacrifícios e notas de rodapé.

É um direito de todas as mulheres. Não podemos permitir que haja qualquer porém ou subjetividade atrelados a isso. O único culpado por um crime ou desrespeito é o agente, nunca a vítima.

Pense: Se “não se dar ao respeito” fosse causa de violência sexual… As vítimas de estupro no Brasil aconteceria majoritariamente em casa, com vítimas de até 14 anos?

Por que homens podem andar sem camisa, rir e falar alto, beber, ser ambiciosos, sem medo de, por isso, serem assediados, estuprados ou silenciados quando denunciarem um crime?

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Sororidade seletiva existe? Mas o que é sororidade?

É provável que você já tenha ouvido falar em “sororidade”. Arrisco dizer, inclusive, que conheça até a sua origem: “soror” quer dizer “irmã” em latim.

Sororidade” seria, portanto, o feminino de fraternidade: “irmandade entre mulheres”.

Sabia disso? Parabéns.

Mas nem se avexe: esse texto também é para você.

Porque a origem da palavra está longe de explicar seu significado.

O que não é sororidade

Antes de explicar melhor o que é, quero falar sobre o que sororidade NÃO é:

– Amar todas as mulheres como irmãs.

– Ser amiga de todas as mulheres.

– Um manual de boas maneiras para ser considerada feminista.

– Concordar com posicionamentos e perdoar, sempre, todas as mulheres.

– Não ter problemas com nenhuma mulher.

– Correr juntas, de mãos dadas, pelos campos floridos do céu feminista.

Então, o que é sororidade?

A “irmandade” do termo não é individual. Ela diz respeito ao que nos une como mulheres. É a compreensão de que não estamos sozinhas ao lidar com questões como o machismo, a cultura do estupro, a cultura da pedofilia, o sexismo no mercado de trabalho, as expectativas sobre o gênero feminino.

Portanto, “sororidade” é a solidariedade coletiva entre mulheres, principalmente para lutar por causas feministas.

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“Virou blogueirinha?” – para não dizer mais

“Virou blogueirinha”?

Inicialmente, “blogueirinha” era quem tinha um blog.

Hoje, é, basicamente, uma mulher que cria conteúdo. Principalmente, conteúdos voltados para temas geralmente associados ao universo feminino.

Moda.

Beleza.

Comportamento.

Decoração.

Dificilmente, a mulher que aborda saúde, educação financeira, política ou esportes vai ser chamada de “blogueirinha”. 

Todas as criadoras são “blogueirinhas”?

Não.

Além do recorte dos temas abordados, ainda há outro que aparece com frequência: a do número de seguidores.

Em geral, as que mais recebem o título de “blogueirinhas” são as que não têm milhões de seguidores. As que acabaram de começar a expor seu trabalho de uma maneira mais consistente nas suas redes sociais. Talvez, seja uma amiga próxima, uma vizinha, uma conhecida distante. 

Essa mulher pode ser uma jornalista, uma publicitária, uma confeiteira, uma maquiadora, uma esteticista, uma arquiteta e por aí vai.

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Mulheres inspiradoras – parte 2O que é carga mental?Ei, tá tudo bem…Não é por ser mulher que…Mulheres inspiradoras