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Compre De Quem Faz: Lys Joalheria Artesanal e vestido feito a mão!

Colar da Lys Joalheria Artesanal e o vestido de Ju Pirani + descontos!

Não é novidade que o meu tipo de consumo preferido é o de coisas que foram feitas a mão. Não só pelo caráter de exclusividade (ou baixa escala), mas pelo cuidado, pela história, pela alma que cada peça artesanal carrega consigo. Foi por causa desse carinho que trouxe o movimento “Compre de quem faz” para o DeClara, em forma de tag. [Clique no link para ver posts com indicações de lojas artesanais e serviços feitos por mulheres]E esse look DeClara é especial por isso: porque é composto por um vestido e por uma joia feitos a mão e para mim. Quando eu conheci a Lys Joalheria Artesanal, me impressionei de cara com a delicadeza das peças, a suavidade das formas e o cuidado com cada detalhe. Mas foi só quando Lys, a dona da marca, me enviou o pingente Esfera num colar de prata que eu pude ver de perto toda essa graciosidade.

Compre De Quem Faz: Lys Joalheria Artesanal e vestido feito a mão! colar

A delicadeza do pingente Esfera, da Lys Joalheria Artesanal.

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O mix de estampas é uma ótima expressão de identidade individual.
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Todo mundo pode usar #2: Mix de estampas!

Como vocês já sabem, para mim, moda é expressão. Por isso, eu acredito de coração que todo mundo pode usar o que quiser. Com exceção de alguns contextos onde a etiqueta – e a noção – restringem certos tipos de roupas, como funerais e eventos formais, o limite do seu vestuário deve ser apenas o seu próprio conforto e aquela sensação gostosa de se olhar no espelho e se sentir bonita. Depois de muitos e-mails de meninas que se sentiam proibidas de usar isso e aquilo por causa dos seus corpos, comecei essa série de moda inclusiva no blog falando sobre os croppeds. Agora, chegou a vez do polêmico mix de estampas.

Convenhamos, o retorno à estética dos anos 90 que temos vivido, principalmente nos últimos 3 anos, trouxe também uma onda de basicidade inesgotável. Menos é mais, eles disseram, com direito ao reinado absoluto dos long bobs entre pedidos no salão e a tendência dos cinzas mesclados, brancos e pretinhos básicos. O fato é que, de maneira geral, essa moda não me contempla. Não sou básica, nunca fui básica e gosto mesmo é de cores, glitter e mix de estampas. No entanto, a moda de cartilha, que pouco sabe de teoria e muito sabe de opressão, costuma me indicar estampas bem específicas: para disfarçar o quadril, eufemizar as pernas, aumentar o busto, destacar a cintura fina. São tantas mini-regrinhas, que eu faço questão de não ouvir nenhuma. Risos. Clique para ler mais

baims maquiagem vegana e orgânica review
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Resenha dos produtos da Baims – Maquiagem vegana e orgânica!

Conheci a BAIMS em outubro do ano passado, num evento de pré-lançamento no Brasil, e me apaixonei. Só Deus sabe por que decidi escrever um post sobre ela só agora, mas espero que vocês me perdoem e que seja útil saber que, sim, é possível uma maquiagem vegana e orgânica ser também incrível. Eu já tinha testado algumas maquiagens veganas, mas quase todas eram um pouco oleosas, pesadas, líquidas demais ou tinham uma texturinha meio esquisita. Não a BAIMS. A marca da brasileira Luisa Baims Albrecht nasceu com a premissa de ser vegana, orgânica e entregar os mesmos resultados das grifes mundiais de maquiagem, como a M.A.C ou a Nars. Parece um sonho distante? Parece. Ela conseguiu cumprir? Sim, ao menos na maioria dos produtos.

A BAIMSé a primeira maquiagem vegana e orgânica que comprovadamente possui ativos anti-idade, mas vai além: a marca é certificada pelaEcoCert, que garante que seus produtos são livres de ingredientes tóxicos e estão de acordo com as legislações ambiental e trabalhista. Ela possui também os selos daThe Vegan Society e daPeta, como maquiagem 100% vegana e não testada em animais.A marca conta com 40 produtos, entre eles: base líquida, BB cream, primer, pó translúcido, base mineral compacta, corretivo, bronzer, blush, iluminador, sombra mineral compacta, rímel, delineador em gel, batom e gloss.

Na maquiagem que foi feita em mim no evento, foram utilizados o corretivo Secret, o pó de contorno Bronze & Contour, o iluminador mineral Warm & Glow, o pó translúcido, a base líquida, o delineador, a máscara de cílios e o gloss Champagne. Abaixo, deixo algumas fotos e meus pitacos sobre cada um deles.

E me respondam nos comentários: gostam desse tipo de post? Já conheciam a BAIMS? Quais produtos te deixaram curiosas?

Make orgânica, vegana e incrível: Resenha com fotos de 8 produtos da BAIMS

Base líquida – Cor Avelã: R$ 125

baims maquiagem vegana e orgânica resenha e review de produtos

A pele ainda só com a base da Baims. É muito amor!

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todo mundo pode usar cropped
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Todo mundo pode usar #1: cropped!

Moda inclusiva | Todo mundo pode usar cropped (e o que quiser!)

Frequentemente, recebo e-mails e mensagens de meninas que perguntam: “meu corpo é de tal forma, eu posso usar determinada peça?” ou “meu corpo é assim, como posso ficar bem com tal tendência?” E a minha resposta é invariavelmente que todo mundo pode usar o que quiser, como quiser. O limite da moda é sempre o limite do seu estilo pessoal e do contexto em que você está.

Esses e-mails me deram a ideia de começar uma nova série no blog: “todo mundo pode usar”, sobre moda inclusiva. É fato: quando eu vejo dúvidas assim, tenho vontade de dar um abraço em quem está do outro lado como quem diz: “ei, eu entendo, te fizeram acreditar que moda é prisão”. Mas, para mim, moda é liberdade, é expressão. E é por isso que é tão absurdo que tantas meninas e mulheres não possam usar o que querem porque não encontram nas lojas… Mas não vou entrar nesse mérito, porque acredito que seja um tópico para outro post. [Enquanto isso, leia sobre “Comprar de quem faz” e descubra um novo mundo de possibilidades!]

Neste aqui, o primeiro da série “Todo mundo pode usar”, quero falar sobre os croppeds. A tendência foi mais uma das que voltaram nessa onda 90s que estamos vivendo. Polêmica, surgiu como um furacão na moda no início de 2014. De lá para cá, nunca mais perdeu espaço. A força dos croppeds certamente tem tudo a ver com a alta do cós alto – que eu amo. Afinal, já têm o comprimento perfeito para não precisar colocar a blusa por dentro da saia, calça ou short de cintura alta.

Como qualquer nova tendência, o cropped veio acompanhado de infinitas regrinhas. Deveria ser usado por meninas magras. Não podia ser curto o bastante para deixar a barriga aparente. Não ficava bem se fosse colado e a dona da peça tivesse gordurinhas laterais. Não combinava com homens. Ficava melhor em meninas mais altas e com seios pequenos… E a lista continua incansavelmente. Não foi aleatória a escolha do cropped como a primeira tendência que todo mundo pode usar. Infelizmente, quase três anos depois, a tendência ainda é um tabu para muitas mulheres!

A primeira coisa a entender quando falamos em moda inclusiva é: a roupa não deve servir para te esconder e, sim, para te valorizar. Os croppeds não vão, de fato, esconder gordurinhas, a sua altura (ou falta dela) ou a sua barriga. E tudo bem! Até porque essa não é a função deles: a função deles é refletir o seu estilo de se vestir. Dar um teaser da sua personalidade. Te fazer se sentir bonita ao se olhar no espelho!

todo mundo pode usar cropped 2

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Saí para fotografar com três pessoas maravilindas bem diferentes em estilo e em tipos de corpo: Bia Gremion, Carol Ansaldi e Leonardo Oliveira. Eu sou curvilínea, Bia é gorda, Carol é baixinha e Leo é homem. Juntos, formamos um quarteto que, na teoria, deveria passar longe dos croppeds. Bom, dane-se a teoria. Na minha teoria (e também na minha prática), todo mundo pode usar o que quiser!

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100% modeletes

Uma das coisas mais bonitas da moda é como uma única tendência pode refletir bem personalidades e gostos diferentes. Carol quebrou o p&b do look com a viseira pink. O acessório deixou todo o look numa vibe meio pop dance dos anos 80. Bia, 100% sereia punk, brincou com transparência, rosa, o verde do cabelo e brincões enormes. Para finalizar, arrematou com um casaco fake de pelos, só pra não deixar dúvidas quanto ao seu close certo!

todo mundo pode usar cropped 3

Tênis branco, transparência, p&b: elementos parecidos, looks bem diferentes!

Leo também investiu na transparência e, ainda assim, criou um look bem distinto do de Bia. Gótico suave, misturou referências de Meninas Malvadas com spikes e tênis branco. Eu também me joguei no tênis branco, meu sapato coringa pra vida. Mas o look ficou superhigh school, já que o tênis foi combinado com a saia midi xadrez, a bolsa caramelo e a tiarinha a la Blair Waldorf.

A verdade é que, se fôssemos dez pessoas, cada uma de nós poderia terminar com um estilo completamente diferente, mesmo se todos estivéssemos decroppeds. Liberte-se da teoria você também e se inspire! Quem sabe usar cropped não seja uma ideia incrível para você?

todo mundo pode usar cropped

Todo mundo pode usar cropped sim! Arrasem! (Também não entendi minha pose, ok)

Fotos por João Toledo. Maquiagem por Tati Anderi. Recomendo os dois de olhos fechados, inclusive! ?

Gostou?Clique aqui para mais posts da categoria “Usar” do Blog Declara.


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Kipling, high school e anos 90
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Kipling, high school e revival dos anos 90!

A minha historinha de amor com a Kipling começou na escola. Todo ano, eu tinha direito a comprar uma mochila. Todo ano, desde que me lembro, eu escolhia uma mochila da Kipling.

Já saí da escola há alguns bons anos, mas as minhas mochilas me acompanharam por toda a graduação na USP e a minha favorita, uma azul Bic, continua carregando diariamente minhas mil tralhas para o trabalho. Os estojos Kipling lotados de canetas brilhantes e coloridas viraram estojos de pincéis de maquiagem, máscaras de cílios e de canetas bem mais discretas. Mudei de cidade, de estado e de década de vida e a Kipling continuou tendo um espaço na minha rotina, para mostrar como algumas marcas vêm, sim, para ficar.

Falar sobre escola, Kipling e essas coisas que vêm para ficar me inspirou a fotografar um Look DeClara todo inspirado na tendência high school, ou Back to School,que também tem super a ver com esse revival da moda dos anos 90 que estamos vivendo já há algum tempo. Sim, o CD chegou ao Brasil já no começo de 1986, mas quis fazer as fotos numa loja de vinis pelo climinha nostálgico que os 90s significam pra mim. E porque a loja era muito da linda, não vou mentir!

Kipling, high school e anos 90

As duas maiores referências ao estilo high schooldo look são o tênis branco e a jaqueta, também chamada devarsity jacket. Para quem não sabe, avarsity, que vez ou outra retorna às tendências, surgiu em 1865 para diferenciar os melhores atletas dos times da Universidade de Harvard. Em poucos anos, a então apelidadaletterman jacket já havia conquistado embaixadores do ensino médio às categorias profissionais nos Estados Unidos. Quando a moda de rua conquistou a indústria da moda, lá pela década de 60, a jaqueta já fazia sucesso muito além das quadras esportivas. O tênis branco, tão marcante no estilo preppy, também dá o ar da graça e fica 100% gracinha nesse look quase todo preto, né?

Kipling, high school e anos 90

Já os anos 90, ahhhh, os anos 90! A moda da época – que eu amo de paixão – foi marcada pela logomania, pelo preto grunge, pela mochila, pelamakesuper básica e pelo cabelão liso. Não é à toa que ela está de volta! O grafitti, a arte urbana, a música: muitas das grandes influências dos90strouxeram o conforto para as roupas. E esse retorno à moda confortável, à moda que se adequa ao estilo de vida, tem tudo a ver com o que estamos vivendo nesses tempos de beleza natural e consumo sustentável.Uhu!

Kipling, high school e anos 90

Minha mochila azul de sempre: um caso de amor.

A coleção Back to Schoolda Kipling, cheia de opções de mochilas e estojos, é perfeita pra quem quer apostar no estilo. Mas, venhamos e convenhamos, não só isso. Nos últimos 6 anos, ela tem sido também a minha mala de mão nas idas e vindas entre Aracaju e SP, aguentando pesos quase inimagináveis. Na real, como quase tudo na moda, elas são perfeitas para quem quiser usar, quando e como quiser. E nada é mais teen

E aí, gostaram do look? Vocês também têm alguma historinha de longa data com a Kipling? ☀

Abaixo, mais fotos do ensaio com João Pedro Toledo:

Kipling, high school e anos 90kipling-estilo-high-school-e-look-do-dia-1

Em 2015, quando soube do concurso para ser correspondente Kipling, as inscrições já estavam encerradas. Chateada, criei alertas no calendário para me lembrar de conferir quando abririam as inscrições para 2017. Ainda assim, as inscrições abriram e eudescobri em cima da hora (há 24h!). Ao menos, deu tempo de participar. Esse é o meu post concorrente para a categoria Everyday.

Cruzem os dedos e torçam por mim, sim?